A APROSOC

Breve resenha
A APROSOC, é uma associação dedicada à Emergência, Socorrismo, Proteção Civil e Radiocomunicações Cidadãs, e é o culminar de um conjunto de projetos associativos nascidos no Concelho de Oeiras em meados da década de 90 e desenvolvidos em todo o território de Portugal Continental, mais concretamente em Queijas, e posteriormente Carnaxide, tendo desenvolvido com os Governos, Assembleia da República, e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) trabalho que, conduziu ao reconhecimento das Organizações de Voluntariado de Proteção Civil, seu enquadramento e reconhecimento individual pela ANEPC.

Na prossecução dos seus objetivos gerais, compete à APROSOC:

  1. Agregar cidadãos interessados nos assuntos da Proteção Civil, no sentido da sua autoproteção e da proteção, socorro e auxílio de proximidade aos seus semelhantes, outros seres vivos e bens;
  2. Fomentar a partilha do conhecimento conducente à preparação individual e familiar para prevenção, mitigação e intervenção face à previsível ou verificada ocorrência de acidente grave ou catástrofe, através da promoção de uma cultura de segurança coletiva a partir da responsabilização individual, no que à proteção civil é atinente;
  3. Incrementar o planeamento de emergência familiar, a equipagem individual e familiar dos cidadãos para a sobrevivência, incluindo os bens essenciais à vida humana e animal;
  4. Defesa dos legítimos direitos dos cidadãos no acesso aos serviços de emergência e proteção civil, bem como aos cuidados de saúde, incluindo serviços de emergência médica intra/extra-hospitalar, de qualidade e atempados;
  5. Prevenir riscos coletivos inerentes a emergência, acidente grave ou catástrofe, atenuar os seus efeitos, proteger e socorrer as pessoas, outros seres vivos e bens em perigo quando aquelas situações ocorram, sem nunca se substituir aos serviços e agentes de emergência e proteção civil, através dos seguintes eixos de atividade:
    1. Informação e formação das populações sobre a prevenção dos riscos coletivos e a minimização das consequências, visando a sua sensibilização em matérias de autoproteção;
    2. Proteção, Socorro, Salvamento e Assistência às pessoas, animais e bens em perigo (desde que existam ou consigam ser criadas condições de segurança para atuar), a desenvolver por voluntários com competências técnicas, capacidades e disponibilidades próprias, que constituem um Agrupamento de Voluntários de Proteção Civil (AVPC);
    3. Apoio à reposição da normalidade em situação de acidente grave ou catástrofe;
    4. Atividades comerciais de venda, aluguer, assistência técnica de equipamentos essencialmente dedicados à autoproteção e resiliência das pessoas e outros seres vivos face à ocorrência de situações de acidente grave ou catástrofe, bem como destinado a operações de salvamento e socorro, nomeadamente equipamento de: socorrismo, sobrevivência, salvamento, radiocomunicação, proteção individual ou coletiva, entre outros bens ou serviços diversos. As receitas desta atividade comercial serão inteiramente reinvestidas na prossecução das atividades não lucrativas da Associação.

As formas de atuação, no âmbito dos principais eixos acima enumerados, são as seguintes:

  1. Promoção de ações de sensibilização e de informação das populações no domínio da Proteção Civil e da autoproteção face a riscos;
  2. Realização de ações de formação cívica ou profissional, orientadas para a educação para o risco e para a autoproteção (incluindo o socorrismo, a radiocomunicação, entre outras conexas);
  3. Enquadramento de voluntários a título individual, incluindo voluntários informais que se revelem indispensáveis para resposta a situações decorrentes de estados de necessidade em contexto de Emergência e Proteção Civil, aproveitando os saberes, as competências, capacidades e disponibilidades próprias de cada um;
  4. Reforço da difusão de alertas e avisos com recurso a meios próprios de comunicação;
  5. Participação em exercícios e simulacros de proteção civil, socorrismo, radiocomunicações e outras atividades conexas;
  6. Auxílio à reabilitação de redes e serviços específicos;
  7. Apoio na logística de suporte às operações de socorro e de apoio às pessoas e outros seres vivos afetados;
  8. Auxílio na instalação, manutenção, desinstalação e guarnição de estruturas temporárias necessárias às operações;
  9. Promoção das Radiocomunicações Cidadãs (CB 27 MHz (citizens band), PMR446 (personal mobile radio 446 MHz), amadoras e outras, como alternativa à inexistência permanente ou temporária das telecomunicações de acesso público;
  10. Investigação para apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico das radiocomunicações, orientada pelas necessidades do voluntariado de proteção civil e da autoproteção das populações;
  11. Apoio às radiocomunicações de emergência, como alternativa na falha ou inexistência de telecomunicações de acesso público em caso de acidente grave ou catástrofe, possibilitando a ponte entre os cidadãos a necessitar de auxílio e/ou socorro e os serviços e agentes de emergência e proteção civil;
  12. Apoio ao desenvolvimento de ações de busca, salvamento, movimentação das populações afetadas e de proteção de animais e bens, da propriedade e do ambiente;
  13. Apoio social e psicológico às vítimas de acidente grave, catástrofe, ou no combate à simples exclusão ou isolamento social;
  14. Realização de ações de avaliação e reconhecimento de perigos, vulnerabilidades ou danos;
  15. Assistência, prevenção, socorro pré-hospitalar, solidariedade social, ou ajuda humanitária em situações de urgência, emergência, acidente grave ou catástrofe;
  16. Colaboração em outras ações de apoio integradas no Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro;
  17. Constituição de um Observatório no âmbito da Saúde, Emergência e Proteção Civil (OSEPC) com vista à observação e estudo orientado para a defesa dos legítimos interesses e direitos das pessoas, dos animais, das famílias, das organizações da sociedade civil e das populações, conducente à apresentação de relatórios e propostas de soluções junto do poder político instituído nos seus diferentes patamares territoriais.
NB.: Todos os membros dos órgãos estatutários exercem funções não remunerados na qualidade.


Consulte também :

Embora a sua origem remonte a meados da década de 90, a Associação de Proteção e Socorro, adquiriu personalidade jurídica em 22 de dezembro de 2015, tendo por fundadores:

  • André Barbedo Tavares (Médico)
  • Nelson Teixeira Batista (Licenciado em Proteção Civil / Técnico de Formação)
  • João Paulo Encarnação (Técnico de operações de proteção e socorro / Técnico de Formação)

À data da sua constituição a APROSOC integrou nela os projetos associativos que nela culminaram, absorvendo as seguintes associações:

  • CVPC - Corpo de Voluntários de Proteção Civil - constituída em 1994
  • RESCUE - Associação dos Voluntários de Proteção Civil - constituída em 2005
  • SUSF - Socorristas Unidos Sem Fronteiras - constituída em 2008
  • ANARPROCIV - Associação de Radioamadores em Proteção Civil - constituída em 2010
  • OERPROCIV - Associação de Proteção Civil de Oeiras - constituída em 2013
  • COPPROCOV - Conselho Português de Proteção Civil - constituída em 2011
  • NIF - PT513800743
  • NISS - 25138007439
  • NIB - 0010 0000 53455660001 98
  • IBAN PT50 0010 0000 5345 56600 019 8
  • Principal Atividade Económica: CAE-84250 Atividades de Proteção Civil
  • Apólice: 1998867
  • Companhia: Lusitânia Seguros
Ajude a APROSOC a ajudar, faça o seu donativo através do IBAN PT50 0010 0000 53455660001 98
APROSOC - 2021 | Associação de Emergência, Proteção Civil e Radiocomunicações Cidadãs